Em seu pronunciamento a Nigeriana Chimamanda Adichei relata assuntos referentes à cultura de cada país e sua formação. Ela introduz o assunto falando como foi sua formação literária e suas influências; também relata um pouco da sua infância e as dificuldades de criação que teve em um país subdesenvolvido como o seu.
Ao contar alguns fatos e fazer referência sobre as influências literárias que teve e desenvolveu e que a tornaram um escritora, ela fala sobre a facilidade de acesso aos livros de histórias americanos e ingleses e a forte influência que isto gerou em seu mundo imaginário.
Também destacou a dificuldade de acesso aos livros de seu país natal. A escritora relata que no momento que começou a escrever e ter suas histórias conhecidas por outras pessoas, estas passaram à questiona-la sobre suas histórias e influências; e querer saber o que a fez escrever sobre determinado assunto e forma que ela relatava as questões em suas criações. Assim como queria saber o que a influenciou a escrever daquela forma.
Seu pronunciamento tem como base a discussão sobre os efeitos de se conhecer uma história somente por uma versão e óptica.
Ao conhecer uma pessoa de um país diferente do seu ela verificou como era errada a imagem que era feita de seu país e seu continente em geral. Que esta imagem, que ela considerava errada era quase que um consenso sobre o modo de vida dos africanos. Isto a impactou muito e a fez desenvolver uma forte reflexão e ter uma opinião contundente sobre estes fatos.
A principal reflexão que escritora busca é como uma história contada sobre as pessoas ou os paises e sustentada como verdade única, podem gerar mal-entendidos.
Tarefa
a) Veja os vídeos de Chimamanda Adichie o perigo da história única primeira e segunda parte.
b) Faça uma postagem com opiniões que justifiquem e incluam os seguintes temas: Concorda ou não com a autora sobre a afirmação de que existe uma história única?, se existe quem a escreveu/contou?, Na sua opinião o relato da escritora nigeriana caminhou numa crítica ao Racismo, discriminação, preconceito, a todos ou a nenhum (justifique), Na sua opinião quais seriam as alternativas para fazer da discriminação, do preconceito e do racismo parte de uma historia que nunca mais escreveremos?
c) Data de postagem 27/03/2012 Até meia noite (horário local do blog) passado este prazo a postagem perde 30% e se até o fechamento das médias não for entregue/ postado a nota será zero.
Chimamanda Adichei faz um maravilhoso discurso tocando em uma questão simples que acaba regendo o ver da nossa sociedade sobre ela mesma. Ela conta a história de uma única história, a única história sobre tudo, sobre as pessoas, lugares, visões... a única história que é construída pelas mídias e consumida por nós! Chimamanda faz uma forte crítica ao preconceito, alimentado frequentemente por essa única visão que insistimos em ter sobre tudo! A escritora nos dá um exemplo que deveria ser seguido por todos, conhecer as diversas histórias de algo antes de se referir a ele. Concordo com Chimamanda Adichei quando diz que quando começarmos a rejeitar a única história e a perceber que nunca há somente uma história sobre qualquer coisa, nós reconquistaremos um tipo de paraíso, e acho que é a medida a partir da qual escreveremos uma história diferente!
ResponderExcluirChimamanda Adichei descreve de uma maneira incomparável uma situação que "só" descreve o modo o qual vivemos. "Acreditar que só há uma história " e pior que isso,ouvi-la.
ResponderExcluirIsso é um fato extremamente relevante visto que a sociedade hoje crítica,opina,julga e se manifesta a partir do olhar construído de tudo pelas mídias.Que por sinal é recoberto por estereótipos.Construir um conceito antes mesmo de conhecer a(s) história(s) é chamado de preconceito.E Chimamanda induz uma forte imposição no momento que diz: que o mundo enxerga as pessoas, os lugares de um modo a partir de uma história contada.Logo constroem um conceito inválido.
Chimamanda fala que só existe uma unica história. Concordo com o que ela fala,pois essa unica história é contada por nos mesmo,pelos fatos ocorridos na sociedade e em nossas vidas. no videio Chimamanda fala que essa historia é relatada sem que nos conhecemos as pessoas que é chamado de preconceito. essa historia é as pessoas que a escrevem através de atitudes, lugares e o modo de vida da pessoas, logo essa história constroi um modo de pensar.
ResponderExcluirChimamanda toca com sucesso e ao mesmo tempo com delicadeza no assunto do preconceito, ela nos faz enchergar a existência de mais histórias além da nossa abordando a temática do Preconceito, uma questão importantissima imposta sobre nós. é cabível que cada um de nós tenhamos uma opinião á respeito, porem, muitas vezes deixamos escapar no dia-a-dia vedando-nos ao oculto. Chimamanda relata com leveza uma história pessoal, mas sempre deixando ás claras sua imponente visão sobre o preconceito, e seus fatos vivenciados á respeito
ResponderExcluirNicollas Duque 2ºB
ResponderExcluirEu concordo com a autora, essa história pode ser chegar a nós por vários meios, mas ainda assim seu conteúdo é o mesmo. Nós a escrevemos e a reproduzimos diariamente. Ela faz uma crítica ao preconceito, pois mesmo sem conhecer, nós já temos um pré conceito que ouvimos de algum lugar, podendo ser de qualquer coisa, um filme, um país, ou até de uma pessoa. Eu acho que o único jeito disso mudar, é as pessoas pararem de se julgar, e tratarem umas as outras igualmente, porém isso é uma realidade muito distante da nossa.
Chimamanda relata de forma rápida, eficaz e bem humorada a ideia da única história, que, em minha analise, é a construção de estereótipos sobre pessoas e povos. Concordo com a autora. Existem varias histórias e não da para pensar que uma única resume todo um povo. A parte do discurso que achei mais interessante foi "Os estereótipos não estão errados, estão apenas incompletos", não da para viver em cima de estereótipos, eles são a única história, pois no momento que se observa apenas um lado na hora de resumir um povo, o outro é esquecido.
ResponderExcluirUma solução é olhar para as pessoas como iguais. Parar de imaginar como elas são antes de conhece-las. Parar de dar importância para a forma física, e sim para o que ela é realmente. Espero que essa ideia comece a ser executada e não apenas idealizada como é ultimamente.
Chimamanda Adichei é brilhante! Concordo completamente com seu ponto de vista e seu maravilhoso discurso. Existe sim somente uma história sobre tudo ao nosso redor, e essa visão única que é feita pela mídia e quem detêm o poder, isto é, quem domina no sistema capitalista. Seu discurso dialoga com o preconceito, pois julgamos o que não conhecemos e aceitamos histórias repetitivas que nos contam a mesma história vista somente por um ângulo, mesmo sabendo que tudo depende do ponto vista de cada um.
ResponderExcluirEssa discussão nos mostra o poder oculto do preconceito, como somos influenciados e não percebemos,e em como isso está enraizado em nossa cultura, em nosso modo de falar, agir ou até mesmo pensar, a ideia de que existe só uma história e a partir dela alguns são beneficiados e outros não, isto é, os esteriótipos da sociedade mundial. Assim ao invés de reforçar as semelhanças da sociedade, enfatizamos nossas diferenças e assim o preconceito.
Então, acho que só conseguiremos acabar com o preconceito se começarmos a rejeitar somente uma única história, se começarmos a rejeitar o próprio preconceito. Por isso, concordo com Chimamanda Adichei que diz que quando começarmos a escrever, fazer, ver e aceitar uma história diferente vamos encontrar um novo paraíso, isto é, um novo mundo realmente igualitário, que tanto almejamos.
Chimamanda Adichie faz um discurso comovente e provocador. Ao discorrer sobre o perigo de uma única história, dialoga com uma questão muito presente na sociedade: o preconceito. A construção de uma visão única sobre o outro se baseia em um pré-julgamento, em julgar o desconhecido a partir de interferências dos discursos presentes na mídia. O que é problematizado por Chimamanda, e sua opinião, recebe meu consentimento, uma vez que contruimos histórias a partir do que nos contam, sem um teor investigativo, que deveria existir naturalmente. No caso do continente africano ser taxado como unicamente construido por catástrofes, podemos perceber que partimos de uma visão eurocêntrica para analisar o mundo. Os argumentos que usamos foram propostos anteriormente pelos europeus dominadores e colonizadores, e até hoje os reproduzimos por fazermos parte de um governo e de uma sociedade que reafirma tais pensamentos. Para não corrermos o perigo de reproduzir únicas histórias ao passar do tempo, ouçamos Chimamanda: escrevamos, pesquisemos, vejamos o que nos escondem debaixo de argumentos estereotipados e superficiais , para que assim enxerguemos o que não conseguimos: o outro como é, e não como pensamos que seja.
ResponderExcluirTatiane Rangel - 2º A
Chimamanda Adichei em seu discurso problematiza o fato de uma “única história”, ou seja, a partir da associação de um povo a determinada característica, surgem os estereótipos na maioria das vezes negativados. As versões dessas histórias tratadas como verdade são feitas pelo poder, o que leva a transformação destas informações em senso comum, isto é, uniformidade (padrão) dos grupos.
ResponderExcluirDesta forma, o relato da escritora nigeriana trabalha com três vertentes: racismo, preconceito e discriminação. O racismo quando lembra de sua infância com livros apenas com personagens brancos de olhos azuis. O preconceito a partir do julgamento precoce do indivíduo, baseando-se somente em estereótipos. Já a discriminação, por haver a negação da existência do outro, incluindo a questão de acreditarem na África como um país, não um continente.
Portanto, para desconstruir a “única história”, a busca pelo conhecimento é necessária, não se contentar apenas com o que nos contam sobre o outro, romper a imagem cristalizada produto do senso comum, que nos impede de compreender a sociedade de uma maneira mais nítida, pois funciona como uma lente, o que possibilita o aparecimento da discriminação, preconceito e racismo.
Letícia Hessel - 2°B
Chimamanda Adichei relata de forma bem humorada a existência de uma única história, o que eu concordo com ela, pois acreditamos nessa história que se apoia em estereótipos sobre as pessoas e os povos. Existem diferentes histórias dentro de uma mesma sociedade e povo, mas o nosso olhar é alimentado pelo olhar da mídia, que nos faz crer nessa única história a qual Chimamanda faz referência.
ResponderExcluirAcredito que o discurso da Chimamanda trabalhe com os três problemas: racismo (quando diz sobre os livros de sua infância que só tinham personagens brancos de olhos claros), preconceito (as opiniões pré formadas antes de aprofundar o assunto e o conhecimento, educando o olhar a partir dos estereótipos) e a discriminação (pela sociedade não dar crédito à África como um continente como é, e sim como um país "miserável").
A solução para esse problema seria, como a própria autora diz, conhecer as diversas histórias de algo ou alguém antes de se referir a ele.
Caroline Araujo 2ºA:
ResponderExcluirO discurso de Chimamanda Adichie é maravilhoso! Ela problematiza o fato de existir uma única história em relação ao mundo a fora, o que eu concordo plenamente, pois a mídia atualmente, e aqueles que possuem o poder em suas mãos, nos trazem essa única visão, fazendo com que a população tenha em mente essas perigosas histórias que são relatadas ao longo do discurso.
O relato critica três pontos: o racismo, a discriminação e o preconceito. O racismo aparece, por exemplo, quando ela conta sobre os livros que lia quando criança, que apresentava os típicos personagens brancos e de olhos claros. A discriminação pode ser vista quando a questão da África não ser um continente e sim um país é feita. Já o preconceito, se baseia em todos os pré-conceitos que ocorrem devido à falta de conhecimento, e levando em conta apenas o senso comum ou os estereótipos criados.
Uma possível solução para desconstruirmos a idéia de única história, e acabar de vez com a discriminação, o racismo e o preconceito, que na minha opinião são apenas palavras criadas no nosso vocabulário, mas que podem ser tiradas dele, quando bem entendermos. A solução pode ser conhecer. Conhecer antes de julgar, pesquisar, escrever, e ver o que se esconde embaixo de cada história, assim como disse Chimamanda Adichie, é uma maneira de saber do que falamos, para não julgar nada nem ninguém a partir do pré-conceito e do senso comum.
Leonardo H. 2°B
ResponderExcluirO assusto sitado por ela, esta presente em muitos de nossos dias. O " perigo da historia unica " como um meio indireto, mas as vesses até direto, de se propagar o preconceito entre as etnias e sociedades existentes. Concordo com a autora quando ela diz que, ao se conhecer um único lado da história não terá completo conhecimento do assunto e assim sendo ignorante ( em meu ponto de vista ) em relação ao assusto.
Um dos meios para que possamos amenizar esse tratamento entre as sociedades, e até dentro delas, e considerarmos desde cedo para que não desenvolvão esse pensamento preconceituoso .
Chimamanda, trata a respeito do preconceito de uma forma tão comovedora e inteligente que até nos faz pensar em que significa "preconceito". Ela traz a tona questões que acobertamos com a nossa rotina, mostrando que muitas vezes por escutarmos somente um lado da história, a história se torna a história não passa de um conto. Quando será que a sociedade irá perceber que uma história é composta de várias "sub-história", como uma frase é compostas de várias letras? Quando a sociedade irá perceber que para entender um contexto, precisamos entender o que faz parte dele? Chimamanda nos mostra que a história que realmente nos conta é somente a uma palavra da frase, ou um lado de um fato. O ser humano gosta de contar histórias, e deve fazer isso, mas a questão está em como contamos essa história, como queremos que o mundo escute a nossa história. Será que queremos que o mundo escute uma história de desigualdade, violência, revolta, tristeza e separação? Ou queremos dar o lápis para cada um escrever uma parte da história e forma um livro? O mundo só sera um "mundo" (ou universo de um todo) quando aceitarmos que ele é composto por várias partes, várias pessoas, vários amigos.
ResponderExcluirGustavo Jardim 2°B
ResponderExcluirChimamanda Adichei em seu discurso problematiza o uso de apenas uma historia e isso e o que nos ouvimos diariamente,mas nos temos que pensar que sempre haverá o outro lado da historia que são contadas ou escritas por outras pessoas que pesam de outro jeito, e ainda no discurso dito por ela ainda tem o preconceito como por exemplo a amiga de quarto perguntou como ela sabia falar Inglês fluente.
Mas eu achei bem interessante essa Temática pois nos conseguimos ver as duas partes das historias e isso nos ajudou a entender e ver os dois tipos de historia que ela citou.
Chimamanda Adichei sem seu discurso, fala sobre como as histórias mostram uma sociedade perfeitinha, que é uma visão que foi construída pela mídia e pela nossa sociedade.De uma forma não tão direta ela faz uma forte crítica sobre o preconceito. E mostra como as pessoas só vêem e conhecem 'uma história' sobre as coisas, sobre a cultura, a vida de outras pessoas. E a solução para isso, é não julgar antes de conhecer. Eu concordo plenamente com Chimamanda Adichie pois nós julgamos as pessoas, mesmo antes de conhecermos, vemos só uma 'história'.
ResponderExcluirTalita Argente 2ºA
Danilo Bontempo Leal 2ºB
ResponderExcluirA abordagem da autora Chimamanda é com certeza uma forma de se retratar ao racismo, discriminação e preconceito. Por ser africana, ela já é alvo de preconceitos abusivos feitos pelo mundo inteiro. A forma que ela arranja para dissertar sobre o preconceito que foi causado com ela e que fez ela causar com os outros em certa parte de sua vida, foi a história única. Concordo que talvez tenha uma única história contada sempre por quem discorda de algo ou não concorda, pois geralmente as pessoas com opinião negativa são as que mais falam pois são as que mais sentem necessidade de mostrar como estão certas sendo a oposição. A única história é aquela que abrange a imagem do assunto a ser abordado e que abrange supostamente a opinião de todos, logo um senso comum. A primeira coisa a ser feita para termos uma resolução parcial desses fatores, é o ganho de conhecimento e menos ignorância. A ignorância provoca opiniões não formadas, provoca pensamento não próprio e tudo partiria pelo principio do conhecimento.
Chimamanda Adichie está corretíssima! Ela, com seu incrível discurso, consegue abrir nossos olhos e fazer com que percebamos o quanto nossa sociedade está cega. Essa "única história" vem sendo contada há tempos e se consolidou com a mídia, controlada por aqueles de maior poder, que cria uma visão e faz dela a única. Isso é o chamado preconceito, no qual não se há espaço para novas histórias, não se permite obter novas visões de um povo, ou seja, se cria um conceito baseado em uma única informação, a "única história". Chimamanda deixa bem claro isso quando diz "mostre um povo como uma coisa, como somente uma coisa, repetidamente, e será o que eles se tornarão". Somente quando a sociedade mudar essa visão, perceber que nunca existiu e nem vai existir uma única história sobre nenhum lugar e nenhum povo, deixaremos de ser cegos e descobriremos novas histórias.
ResponderExcluirMayara Storer - 2ºA
Juliana Liba 2A
ResponderExcluirÉ realmente um discurso bom, pois nos faz pensar nas questões que ela critica, e que são do nosso dia a dia. Chimamanda Adichei diz que há apenas uma história, e concordo plenamente com ela. Desde que nascemos, essa história é contada, onde há discriminação, preconceito e racismo. Essa única história é construída por esteriótipos, em que as pessoas julgam as pessoas e as coisas sem ter realmente um conhecimento, e hoje esse conhecimento que a sociedade acha que possui é construída através da mídia. Muitos cidadãos dizem que a discriminação, o racismo e o preconceito não devem existir, mas infelizmente vive com essa única história.
Nossa sociedade precisa de coragem para enxergar o que ninguém consegue ver. Esses problemas estão cercando cada vez mais a humanidade, e as pessoas se fecham na sua ignorância. Concordo com a Chimamanda que quando começarmos a escrever outras histórias vistas de outros ângulos, e aceitar elas, poderemos encontrar um país igualitário, ou seja, um paraíso. E é preciso rejeitar todo esse preconceito que acompanha essa sociedade.
Concordo plenamente com Chimamanda; nesse sistema capitalista em que vivemos, a mídia detêm o poder e é ela que irá determinar quais esteriótipos devem reger na sociedade, que está ligado a idéia de haver apenas uma história. Me entristeceu o relato de Chimamanda, mesmo que ela o tenha contado de forma descontraída, pois ouvir tudo o que ela disse foi ter que encarar que infelizmente vivemos em um mundo muito cruel, onde há o falso moralismo e muitos hipócritas que vem com o discurso de "somos todos iguais", mas suas atitudes não condizem em nada com suas palavras. Está mais do que na hora das pessoas crescerem e amadurecerem, e da nossa sociedade hipócrita parar de contar apenas uma história, quando tem tantas outras tão boas quanto essa para serem contadas.
ResponderExcluirGiovanna Abrantes 2A
Chimamanda Adichie faz um envolvente discurso crítico a um mundo irreal criado pela visão equivocada que a sociedade pode ter dela mesmo. O perigo da história única é não dar espaço a outras histórias que se complementam e que mutuamente se constroem. O preconceito filtra qualquer tipo de análise crítica sobre o mundo e a sociedade. São as consequências da prisão do ser humano em sua própria ignorância e arrogância, que muitas vezes esquece quem faz parte de sua própria espécie.
ResponderExcluirNão é benéfico preservar as páginas negras da história em razão de equívocos que destroem a harmonia entre as pessoas. A história é um livro que se complementa a cada hora, minuto e segundo. Resta saber como a humanidade conduzirá o seu enredo daqui em diante.
Jônatas B. Ribeiro - 2ºA
Luiza Hessel- 2 ano B
ResponderExcluirChimamanda Adichie fala sobre racismo, preconceito e descriminação em uma só jogada. Ela cita a unica historia, e eu concordo com ela, acho que desde que nascemos ouvimos essa versão da vida,desde que nascemos essa unica historia mostra uma visão do mundo cheia de preconceito,descriminação e racismo.
Acredito que essa visão e essa unica historia só vai mudar quando a sociedade decidir enfrentar essa opinião, decidir entender porque é tão normal desprezar o novo, o diferente. Antes de tudo,para tudo na vida, é preciso se informar antes de julgar e comentar sobre algo. Amanhã o diferente pode ser você, respeite as pessoas e as trate como gostaria que fosse tratado.
Chimamanda Adichie fez um discurso profundamente introspecto, no qual ela consegue nos tocar com cada palavra que diz. Ela conta sobre a única história, onde existe uma só ótica, uma só visão sobre determinadas coisas, histórias ou situações, as quais são existentes em nossa sociedade atual. E quando não há vontade de conhecer o 'outro lado da moeda', outras visões, de formas diferentes nos permanecemos estagnados, nos chocamos com algo diferente. Situação essa que ela mesma passou vendo como seu país e cultura é retratada para o resto do mundo. Ela fala sobre o preconceito, onde julgamos, opinamos, decidimos e criticamos alguém, uma cultura, algo, uma pessoa, sem antes conhecê-la, sem antes nem saber seu nome ou sua história. A sociedade só vai sair dessa visão de cabresto, quando realmente procurar conhecer, saber, descobrir, se relacionar, antes de julgar, ou tirar qualquer conclusão precipitada. Não se pode julgar o livro pela capa e nem dizer que é 'ruim' sem experimentar.
ResponderExcluirNome: Lilian Freitas
ResponderExcluir2° ano B
Adiche ao falar de uma única história e seus problemas me fez lembrar de um livro chamado "Negras Raízes" de Alex Haley, no qual me mostrou como realmente era o continente africano e as culturas presentes em cada região.
Ao contrário do que eu sempre ouvia falar, o livro não representava a África como se fosse um país, mais um grande continente no qual a alegria é fundamental, não falava das doenças como a AIDS que muitas vezes é considerada por alguns sinônimo da África, nem da miséria e muito menos de que as pessoas que ali viviam não eram civilizadas.
Com ele, percebi que na verdade não sabia de nada e tudo o que eu achava fora desconstruído, já que como a própria Adiche disse eu só sabia apenas uma única história, nunca havia me preocupado em realmente pesquisar se as informações que eu tinha eram verdadeiras. Dúvidas que foram sanadas como a origem do meu sobrenome me deixou pasmada, já que só sabia um lado da conversa, mas acabei por descobrir que na verdade não era o que realmente me era dito.
Quando terminei de ler "Negas Raízes" , me senti como Alex Haley, envergonhada por não ter procurado saber antes da minha própria raíz.
Como Chimamanda comenta o esteriótipo nos derruba porque faz com que determinado grupo seja visto como diferente e não como semelhante, vendo os defeitos e não o ato de ver que no fundo todos somos iguais independente de qualquer fator, havendo assim, nenhum tipo de preconceito, racismo ou descriminação, por isso é de grande importância entender que toda a história tem dois lados.
Carlos Chan 2B
ResponderExcluirChimamanda Adichie conta uma historia de um preconceito que há entre as pessoas, que julgam certas coisas sem ter pesquisado sobre o assunto, ou não ter a possibilidade de aprofundar no assunto. Ela mesmo que só tinha o conhecimento do mundo no que estava escrito nos livros. A visão desse mundo mudou a partir do momento em que ela foi fazer intercâmbio nos EUA.
As pessoas tem que parar de julgar algo que não conhece, ou tem base em livros, ou ouve de algumas pessoas. As pessoas tem que começar a pesquisar mais sobre o assunto antes de questionar ou julgar.
Eu concordo com a Chimamanda pois ela consegue mostrar o preconceito do dia a dia e ela consegue fazer as criticas ao preconceito, consegue mostrar também que antes de nos conhecermos nos já fazemos um pré conceito que vimos em algum lugar como na TV, que coloca uma coisa e nos fazemos dela como se todos fossem iguais aos que mostram na TV. Em nossa sociedade é muito difícil de todos tratarem as pessoas igualmente pois nos ( os mais novos ) nasceram vendo a TV e tendo esta idéia.
ResponderExcluirCOMENTÁRIO DE BEATRIZ GARCIA VEZZELLI, 2ºA:
ResponderExcluir- Professor, ela não está conseguindo postar, então postarei pra ela tá?
Comentário dela:
O discurso de Chimamanda Adichei diz tudo o que estamos vivendo atualmente. A forma com que cada um lida com o próximo, o estranhamento, o medo do diferente e aquela famosa frase de "julgar o livro pela capa". Adichei diz que se ouvirmos apenas uma história sobre outra pessoa ou país, arriscamos um desentendimento crítico. Mas o que as pessoas não estão sabendo reconhecer é o que tem por trás de cada um, ou seja, da essência de cada um e não da sua aparência. Assim como Adichei eu acredito que essa história única pode se transformar em várias outras histórias, vários outros caminhos, onde o racismo e o preconceito serão abolidos e ai sim poderemos falar que vivemos diante da igualdade.
Nunca existe só um lado de uma historia, sempre irá existir varias versões, só que precisamos ouvir todas antes de tirar conclusões, para não fazermos parte de uma cultura de massas. Sinceramente num mundo como esse, que nós vivemos pelo menos por agora não vejo como mudarmos a nossa sociedade, a maneira dela pensar e agir, isso veio dos nossos ancestrais, veio da nossa cultura. Eu acredito que um dia tudo isso mude afinal estamos evoluindo sempre. O preconceito só irá desaparecer quando, o que a gente é por dentro for mais importante do que a cor de nossas peles e nossa aparência, ai sim viveremos em um paraíso.
ResponderExcluirLeticia Aizawa 2b
É de praxe o acreditar de que a existência de única versão sobre dada história é verídica como tangente de 21º é 0,35, mas análise mais cuidadosa afirma o contrário. A comum história propagada, quando em comparação com a história de fato acontecida, o confirma. Adichie, em apresentação ao TED, relata sua história, em relação aos livros ingleses e à experiência que teve ao ver a imagem constituída de seu país, criticando o preconceito, pois a imagem construída de seu país foi assim gerada pela falta de informação sobre o mesmo, formando a ideia concebida pelo senso comum. Acabar com o preconceito é uma missão impossível, observado que não é possível saber de tudo, mas devemos buscar, na medida do possível, minimizá-lo. Como última observação, a tangente de 21º é 0,38, não 0,35.
ResponderExcluirEric Otofuji - 2ºA
A Nigeriana em seu vídeo trata de uma única história. A história contada pelo senso comum, à história que todos nós "engolimos." Quando ela diz que os livros de histórias americanas e inglesas tiveram forte influência sobre a sua imaginação é porque o senso comum mostra a família perfeita, a vida perfeita. Os brancos, de olhos azuis e cabelos loiros são a família feliz e os negros, são os empregados. Além disso, as pessoas tem idéias erradas sobre os países e suas culturas, quando ela conta que a amiga de quarto dela tinha dó dela por ela ter vindo da Nigéria e se espantou ao perceber que ela gostava de escutar Mariah Carey, mostra de fato a ignorância das pessoas e o pré-conceito.
ResponderExcluirNão é de hoje, nem da um ano atrás que as pessoas crescem ouvindo apenas uma historia, historia na qual não é mostrada a verdadeira realidade e sim apenas uma visão "preconceituosa" tendo como conseqüência a criação estereótipos sobre a cultura de povos distantes do nosso dia a dia.
ResponderExcluirPequena parte das pessoas apresentam em seus conhecimentos a “verdadeira historia” que deveria ser trabalhada para que não houvesse a criação de estereótipos entre as pessoas. Pessoas que tem essa visão sem preconceitos não se deixaram a serem levadas e influenciadas por “outros”, cujos apresentam certos interesses por traz da única historia de acordo com Chimamanda Adichei. Chimamanda Adichei relata sobre a experiência que teve ao sair do seu pais, onde conta como as pessoas viam a Nigéria e que se ela também fosse de qualquer outro lugar teria a mesma visão que sua colega de quarto devido a maneiro que era trabalhada não somente a Nigéria mas a África ao todo.
Se muitas pessoas assistissem ao vídeo, poderiam mudar a visão cheia de estereótipos e preconceituosa que apresentam hoje perante alguns povos como no caso as pessoas da Nigéria, e sim passarão a ter uma visão real sobre o mundo, uma historia composta por varias outras e não por uma única criada por alguém.
O que a escritora nigeriana Chimamanda Adichei vem nos trazer é justamente uma reflexão acerca do preconceito que existe entre a sua origem perante a origem europeia, então a partir desta colocação tem um trecho em que ela diz que quando começou a escrever histórias ela retratava personagens de pele branca e olhos azuis. Outro aspecto que ela nos remete à reflexão é a questão dos esteriótipos raciais que os núcleos europeus e não europeus criam a partir de pessoas negras e de uma classe ''inferiorizada'', mas a mensagem principal do vídeo é que não devemos julgar ou criar um pré-conceito sobre um núcleo diferente do qual nos pertence, e devemos quebrar a ideia de ''dois mundos'', ou seja o mundo perfeito(o seu próprio) e o mundo imperfeito(o que não é seu).
ResponderExcluirChimamanda Adichei coloca em questão o preconceito , e eu concordo com o discurso dela quando ela diz que julgamos , contamos uma história sem ao menos realmente conhecer realmente a "verdadeira história" , muitas vezes criamos uma visão do mundo a base do que ouvimos de tudo e de todos, a base da mídia.
ResponderExcluirDaniel Marco Valério - Nº7 - 2ºA - Colégio Magíster
ResponderExcluirChimamanda Adichei, com seu discurso, nos faz refletir se sabemos realmente o que estamos fazendo ao julgar algo ou alguém, porque muitas vezes julgamos sem ao menos saber a verdade, sem ao menos ter conhecimento de todos lados de uma historia. Para o quem julga sempre há uma "historia unica", porque quando julgamos estamos falando sem ter conhecimento de como a outra pessoa vê o mundo, porque ela também tem uma "historia unica" diferente da nossa. Minha conclusão sobre o discurso feito pela Chimamanda Adichei é que a unica maneira de não se julgar é conhecer o mundo das outras pessoas e tentar entender como elas o vêem, porque se pudéssemos compreender o mundo dos outros, outras historias não julgaríamos tanto como hoje.