Chimamanda Adichie discorre sobre o perigo de se conhecer uma única história, ter ouvido uma única narrativa, se contentar com apenas uma fonte ao tomar posse de informações e selá-las como verdade absoluta. Infelizmente, por muitas vezes, a nossa vida ocorre desse modo. Durante o vídeo percebemos que a leitura feita sobre muitos povos mundo afora é produto de uma história isolada(muitas vezes sem fundamento) contada repetidas vezes e reproduzida, principalmente, pela indústria cultural a fim de cristalizar um estereótipo para compreensão parcial de um determinado assunto. O vídeo me fez pensar o quão preconceituoso eu era/sou em relação a cultura africana e o pouco conhecimento que teria desse povo, se não fosse pelas aulas de artes do ano passado. Isso tudo, porque, como a palestrante disse: "... é assim que se cria uma única história: mostre um povo como uma coisa, como somente uma coisa e isso será o que eles se tornarão...", do mesmo modo que o povo Norte Americano está educado e acostumado a ouvir somente uma narrativa, seja ela enriquecedora ou não, nós também estamos condicionados a histórias imparciais. Portanto, cabe a nós decidirmos o quanto queremos conhecer: infinitos e divergentes âmbitos do saber, ou convergentes verdades absolutas.
Acredito-me que esta é a história que todos deveriam ouvir, mas que muitos ouvidos se negam. É a partir de histórias reais que conhecemos os diversos povos existentes e o pouco saber deles, pois, a visão de uma pessoa, visitante da região, por exemplo, é diferente da visão do nativo. Assim como pode ser perversa ao olhar de uma criança, pode ser inocente ao olhar de um adulto. Pontos de vistas se difundem na cabeça das pessoas, da sociedade inquieta, mas perturbada, que não impõe o desejo de mudança, apenas se comove ao ouvir ou ler um belo conto, apontando os erros de seu povo. Ouvir uma história é como ler apenas uma notícia, uma revista; ouvir apenas a um jornal; a opinião de apenas um protestante; obedecer e abaixar a cabeça apenas para um revoltado; impor ideias sem base. Ouvir uma história é como viver numa bolha inatingível. Ouvir uma única e exclusiva história é não ter capacidade de progredir. E o pior, muitas vezes não somos nós mesmos que nos opúnhamos a esta falta.
Refletindo quanto aos conceitos trabalhados em sala de aula, percebo que o vídeo está caracterizando uma forma de preconceito, um preconceito que se forma através de estereótipos que foram e estão, ainda sim, sendo formados e mantidos ao longo do tempo. O que encontramos logo no começo do vídeo pode ser comparado à imagem que é construída e mostrada para nós em relação aos índios: imaginamo-los com penas nas cabeças, morando em casas de barro em um lugar sem energia elétrica. Essa imagem que descrevi é a que congela a cultura da tal sociedade, fazendo com que nós, da metrópole, tenhamos uma visão de que eles são primitivos, sem inteligência e sem educação, claro que não é essa a verdade. O que me faz gostar desse vídeo é que ele possibilita que várias pessoas possam ver o real, saindo dessa nojenta alienação construída por aqueles que querem nos controlar e nos vigiar.
Todos nós já crescemos a partir de histórias que nos são contadas por outros, ou seja, já temos uma pré-visão do mundo antes mesmo de conhece-lo. Porém essas histórias nos são contadas apenas de um lado, no qual geram estereótipos que regem o nosso mundo. "Conhecemos" o mundo, os povos, as culturas a partir desse único lado que nós é apresentado, e nos acomodamos e aceitamos essa única história. Por isso somos tão preconceituosos e burros. Pois afinal é bem mais fácil escutar histórias tristes e se comover achando que fez sua parte, não é mesmo? Infelizmente por trás dessa única história existem interesses e por isso somos manipulados para acreditar apenas nele Como dito no incrível discurso de Chimamanda Adichie histórias estão sendo usadas e podem ser usadas para destruir , mas elas podem ser usadas para capacitar e humanizar e só a partir do momento em que percebemos que não há apenas uma história poderemos conquistar o paraíso.
Tendo como terra natal a Nigéria, Chimamanda Adichie comenta a convergência que a história pode ter,fazendo-nos refletir sobre o que vem sendo "implantado" em nossas mentes ao longo de nossas vidas.Um grande exemplo disso é o estereótipo do continente Africano(que muitos consideram como o país,notadamente pela falta de conhecimento e tamanho senso comum),um continente onde a fome e a AIDS dominam.E não é levado em conta que a fome está presente em diversos lugares da mesma forma que está na África, como também não é levado em conta que a Rússia e outras localidades apresentam índices iguais ou até mais elevados de AIDS do que em países do continente Africano. Chimamanda destaca a influência que recebeu quando era criança de livros que tinham apenas personagens com características basicamente européias e que como essa influência mudou a partir do momento que percebeu que aqueles que podem construir histórias e desvendar esse mundo, não são apenas de uma determinada etnia e sim toda a humanidade. O discurso que Chimamanda fez é muito interessante,pois nos leva a refletir todos esses temas e criticar o estereótipo que é criado não só em relação aos africanos,mas também com índios e pessoas que possuem costumes diferentes do que estamos habituados.
Não é de hoje nem da semana passada que as pessoas crescem ouvindo apenas uma historia, historia na qual não é mostrada a verdadeira realidade e sim apenas uma visão "preconceituosa" a quem ouve criando estereótipos sobre a cultura de povos que as pessoas não estão presentes no nosso dia a dia. Pequena parte das pessoas apresenta em seus conhecimentos outra parte da historia, pois não se deixaram a serem levadas e influenciadas por outros, cujos apresentam certos interesses por traz das falsas historias, criando então elas de forma “fácil” e acomodável aos ouvidos de grande parte das pessoas. Se muitas pessoas assistissem ao vídeo, poderiam mudar a visão que tem sobre alguns povos, uma visão cheia de estereótipos, preconceituosa, e sim passarão a ter uma visão real sobre o mundo uma visão que ninguém é melhor que ninguém que ninguém tem mais conhecimento que o outro, ou seja, a verdadeira visão perante a realidade.
Chimamanda Adichie discorre sobre o perigo de se conhecer uma única história, ter ouvido uma única narrativa, se contentar com apenas uma fonte ao tomar posse de informações e selá-las como verdade absoluta. Infelizmente, por muitas vezes, a nossa vida ocorre desse modo.
ResponderExcluirDurante o vídeo percebemos que a leitura feita sobre muitos povos mundo afora é produto de uma história isolada(muitas vezes sem fundamento) contada repetidas vezes e reproduzida, principalmente, pela indústria cultural a fim de cristalizar um estereótipo para compreensão parcial de um determinado assunto. O vídeo me fez pensar o quão preconceituoso eu era/sou em relação a cultura africana e o pouco conhecimento que teria desse povo, se não fosse pelas aulas de artes do ano passado.
Isso tudo, porque, como a palestrante disse: "... é assim que se cria uma única história: mostre um povo como uma coisa, como somente uma coisa e isso será o que eles se tornarão...", do mesmo modo que o povo Norte Americano está educado e acostumado a ouvir somente uma narrativa, seja ela enriquecedora ou não, nós também estamos condicionados a histórias imparciais. Portanto, cabe a nós decidirmos o quanto queremos conhecer: infinitos e divergentes âmbitos do saber, ou convergentes verdades absolutas.
Acredito-me que esta é a história que todos deveriam ouvir, mas que muitos ouvidos se negam. É a partir de histórias reais que conhecemos os diversos povos existentes e o pouco saber deles, pois, a visão de uma pessoa, visitante da região, por exemplo, é diferente da visão do nativo. Assim como pode ser perversa ao olhar de uma criança, pode ser inocente ao olhar de um adulto. Pontos de vistas se difundem na cabeça das pessoas, da sociedade inquieta, mas perturbada, que não impõe o desejo de mudança, apenas se comove ao ouvir ou ler um belo conto, apontando os erros de seu povo.
ResponderExcluirOuvir uma história é como ler apenas uma notícia, uma revista; ouvir apenas a um jornal; a opinião de apenas um protestante; obedecer e abaixar a cabeça apenas para um revoltado; impor ideias sem base. Ouvir uma história é como viver numa bolha inatingível. Ouvir uma única e exclusiva história é não ter capacidade de progredir. E o pior, muitas vezes não somos nós mesmos que nos opúnhamos a esta falta.
Refletindo quanto aos conceitos trabalhados em sala de aula, percebo que o vídeo está caracterizando uma forma de preconceito, um preconceito que se forma através de estereótipos que foram e estão, ainda sim, sendo formados e mantidos ao longo do tempo. O que encontramos logo no começo do vídeo pode ser comparado à imagem que é construída e mostrada para nós em relação aos índios: imaginamo-los com penas nas cabeças, morando em casas de barro em um lugar sem energia elétrica. Essa imagem que descrevi é a que congela a cultura da tal sociedade, fazendo com que nós, da metrópole, tenhamos uma visão de que eles são primitivos, sem inteligência e sem educação, claro que não é essa a verdade.
ResponderExcluirO que me faz gostar desse vídeo é que ele possibilita que várias pessoas possam ver o real, saindo dessa nojenta alienação construída por aqueles que querem nos controlar e nos vigiar.
Todos nós já crescemos a partir de histórias que nos são contadas por outros, ou seja, já temos uma pré-visão do mundo antes mesmo de conhece-lo. Porém essas histórias nos são contadas apenas de um lado, no qual geram estereótipos que regem o nosso mundo.
ResponderExcluir"Conhecemos" o mundo, os povos, as culturas a partir desse único lado que nós é apresentado, e nos acomodamos e aceitamos essa única história. Por isso somos tão preconceituosos e burros. Pois afinal é bem mais fácil escutar histórias tristes e se comover achando que fez sua parte, não é mesmo?
Infelizmente por trás dessa única história existem interesses e por isso somos manipulados para acreditar apenas nele
Como dito no incrível discurso de Chimamanda Adichie histórias estão sendo usadas e podem ser usadas para destruir , mas elas podem ser usadas para capacitar e humanizar e só a partir do momento em que percebemos que não há apenas uma história poderemos conquistar o paraíso.
Tendo como terra natal a Nigéria, Chimamanda Adichie comenta a convergência que a história pode ter,fazendo-nos refletir sobre o que vem sendo "implantado" em nossas mentes ao longo de nossas vidas.Um grande exemplo disso é o estereótipo do continente Africano(que muitos consideram como o país,notadamente pela falta de conhecimento e tamanho senso comum),um continente onde a fome e a AIDS dominam.E não é levado em conta que a fome está presente em diversos lugares da mesma forma que está na África, como também não é levado em conta que a Rússia e outras localidades apresentam índices iguais ou até mais elevados de AIDS do que em países do continente Africano.
ResponderExcluirChimamanda destaca a influência que recebeu quando era criança de livros que tinham apenas personagens com características basicamente européias e que como essa influência mudou a partir do momento que percebeu que aqueles que podem construir histórias e desvendar esse mundo, não são apenas de uma determinada etnia e sim toda a humanidade.
O discurso que Chimamanda fez é muito interessante,pois nos leva a refletir todos esses temas e criticar o estereótipo que é criado não só em relação aos africanos,mas também com índios e pessoas que possuem costumes diferentes do que estamos habituados.
Não é de hoje nem da semana passada que as pessoas crescem ouvindo apenas uma historia, historia na qual não é mostrada a verdadeira realidade e sim apenas uma visão "preconceituosa" a quem ouve criando estereótipos sobre a cultura de povos que as pessoas não estão presentes no nosso dia a dia.
ResponderExcluirPequena parte das pessoas apresenta em seus conhecimentos outra parte da historia, pois não se deixaram a serem levadas e influenciadas por outros, cujos apresentam certos interesses por traz das falsas historias, criando então elas de forma “fácil” e acomodável aos ouvidos de grande parte das pessoas.
Se muitas pessoas assistissem ao vídeo, poderiam mudar a visão que tem sobre alguns povos, uma visão cheia de estereótipos, preconceituosa, e sim passarão a ter uma visão real sobre o mundo uma visão que ninguém é melhor que ninguém que ninguém tem mais conhecimento que o outro, ou seja, a verdadeira visão perante a realidade.