sábado, 17 de março de 2012

sexta-feira, 16 de março de 2012

Terceiro ano - Voto no questionamento de Henfil...

Terceiro ano - Política - Sem cemitério, cidade do sul da Itália proíbe morte de morador


Duas pessoas "desrespeitaram" ordem oficial desde a decisão
DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS



Na cidade italiana de Falciano del Massico, a morte pode até bater à porta, mas os moradores não podem abri-la de jeito nenhum.
Isso porque o prefeito da localidade (que fica a cerca de 50 km de Nápoles, no sul da Itália) emitiu um decreto no início deste mês que proíbe a população de "ultrapassar os limites da vida terrena para ir para a outra vida".
A proibição deve durar até a cidade de aproximadamente 4.000 habitantes construir seu cemitério próprio, afirma o prefeito Giulio Cesare Fava, que é médico.
Os moradores de Falciano del Massico dividiam o cemitério com os da vizinha Carinola (da qual se tornou autônoma em 1964), mas o local está cheio, e os dirigentes das duas cidades não conseguiram chegar a um acordo sobre a expansão.
Assim, enquanto a prefeitura não recebe a permissão para construir o cemitério, a solução foi banir a morte.
Desde que o documento foi publicado, dois moradores não respeitaram as ordens. Porém, nem eles nem seus familiares deverão ser punidos.

Segundos Anos - Preconceito - A que ponto chegamos?

“Vejam só a que ponto chegamos. Agora ele está querendo ser presidente. Não se enxerga? A começar pelos ancestrais, que não são coisa que se recomende. Há fortes boatos de descender de uma mulher de costumes frouxos e suscetível a amores proibidos. O pai, ao que parece,não conseguiu se fixar em emprego algum e alguns chegam mesmo a descrevê-lo como tendo alma de vagabundo. É certo que não seria nunca escolhido como operário padrão.E que dizer do lugar onde nasceu? Estado dos mais atrasados, sotaque típico, crescido em meio à rudeza dos que não se refinaram para as lides públicas. Podem imaginar o seu comportamento num banquete? Seria vergonhoso, cotovelos sobre a mesa, empurrando a comida com o dedão, falando de boca cheia. Seria um vexame nacional. Acresce o fato de não haver nem mesmo terminado o curso primário, sua educação formal se restrigindo a ler, escrever e fazer as quatro operações. Como trabalhador braçal, excelente. Na verdade, ali é o seu lugar. Como acontece com as pessoas que trabalham muito com o corpo e pouco com a cabeça, seu corpo se desenvolveu de forma invejável.Testemunhas oculares relatam mesmo que, em certa ocasião,não vacilou em se valer dos seus músculos para dobrar um grupo de adversários.

Mas, o que assusta mesmo, é o seu radicalismo em relação às questões do trabalho, especialmente no campo. Pois não é da iniciativa e do capital dos patrões que vêm a riqueza do país? E agora este matuto quer colocar o carro na frente dos bois. Se sua política agrária for colocada em prática é certo que vamos ter uma convulsão social no País. O nosso sistema de produção vai se desmantelar, com imprevisíveis conseqüências sociais. No final, parece que os empregados tomarão conta de tudo e ao patrões não resta outra alternativa que deixar o País. “Love it or leave it”.


Podem guardar seus sorrisos e sua raiva porque isto que escrevi não é sobre quem vocês estão pensando. É sobre Abraham Lincoln. E o que eu disse sobre sua vida pode ser encontrado na Enciclopédia Britânica, para quem quiser conferir. Imaginei como é que a conversa rolaria nas rodinhas das UDRs, KKK’s da época, ante a insólita possibilidade de que um ex-lenhador sem curso primário viesse a ser o presidente do país. Como se sabe, Lincoln foi eleito, os escravos libertados, houve uma enorme convulsão social, pois os donos de escravos se recusaram a aceitar a liberdade dos negros e aqueles que não se ajustaram cumpriram sua promessa: emigraram. Para onde? Muitos para o Brasil. E foi assim que nasceram as cidades de Santa Bárbara do Oeste e Americana. Por que o Brasil? Porque, se não podiam ter escravos lá, poderiam continuar a ter escravos aqui. Nunca imaginei que esta seria uma boa razão para se optar pelo Brasil: para se continuar a ter escravos.

Mas os tempos mudaram. Mudaram? Parece que ainda hoje o mesmo horror existe ante a possibilidade de que um operário venha a ser presidente do País. E as conversas que rolam por aqui não devem ser muito diferentes das que rolaram por lá. Parece que a história está cheia de situações parecidas – e é só por isto que podemos aprender dela.

Quem sabe a memória do ex-lenhador que se candidatou a presidente dos Estados Unidos possa nos ajudar a colocar em perspectiva este fato insólito de um operário que se candidata à Presidência do Brasil.

*Rubem Alves é escritor, teólogo batista e professor da Unicamp.


OBS - O objetivo do texto não é fazer proselitismo ao ex presidente do Brasil e sim discutir o fenômeno do preconceito e suas manifestações. 

Segundos anos - Judeu não é avarento - opiniões dos leitores

  1. (00h42) há 6 horas
    O pior é o cara criticar o povo paulista. Já que vc sofre tanto em SP com as piadas e o preconceito volta pro seu povo escolhido onde vc terá respeito e um emprego descente, os paulistanos tratam todos muito ma,l somos todos intolerantes fico pasmo como vc conseguiu um emprego e viver nessa cidade que discrimina todos. Já sei!!!! vamos criar mais uma cota para contratar o povo escolhido e indenizar todos.Fico imaginando o Ari Toledo e o Costinha contando piada hoje, estavam f.......
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  2.  
    Luiz Paulo Santana (44) - BELO HORIZONTE/MG(23h14) há 7 horas
    Talvez a solução seja, de comum acordo, lógico, separar os livros para as crianças dos livros para adultos. Um dicionário, por exemplo, pode ter tais acepções retiradas, porque as crianças ainda não têm conhecimento suficiente para compreender e criticar.
    Mas, isso parece complicado. Talvez a questão seja mesmo debater o assunto em classe a cada achado dessa natureza, seja livro, seja dicionário. Até o ponto em que tais críticas passem a integrar os volumes, com observações claras e pertinentes.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  3.  
    Renato Pacheco (244)(22h55) há 7 horas
    Quem se importa com o judaismo alem dos "escolhidos"?
    Por mim os "escolhidos" poderiam eleger um outro planeta e ir fazer coisas de "escolhidos" lá.
    Israel e todos "escolhidos" em um planeta só seu!!!
    Enfim reina a paz no oriente médio, e quem sabe até por toda a Terra!!!!
    Sionismo e outras balelas "escolhidas" longe de todos nós "não escolhidos" ou melhor:
    "rejeitados"
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  4.  
    Marcos Ivan (2)(22h46) há 8 horas
    Entendo que o maior preconceito parte exatamente das pessoas que se dizem vítimas do mesmo mal.
    Veja o caso dos judeus, como o autor mesmo afirma ser um dos "escolhidos" pelo preconceito. Há preconceito maior por parte dos judeus juntos aos palestinos???
    Falar disto vira anti-semitismo e não uma questão de direitos humanos.
    Hoje a Faixa de Gaza nada mais é do que um grande campo de concentração, constantemente castigada por ataques "assassinos" israelenses.
    Vamos falar de preconceito VERDADEIRO????
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  5.  
    Sérgio Matta (248)(22h46) há 8 horas
    Essa patrulha já tá deixando o escroto túrgido. Que povo é esse? Já não se pode escrever e nem falar. Não demora e nem poderemos pensar. Mania de perseguição tem limite. Em tudo se vê preconceito. Existe uma forma melhor de ganhar dinheiro: trabalhando. Deixe a indústria do preconceito de lado. E daí se me chamarem de avarento? Eu não sou o que pensam que sou. E o que sou é problema meu, exclusivamente!
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  6.  
    Beatriz DM (197)(22h32) há 8 horas
    Seu último parágrafo foi perfeito! O caso do dicionário Houaiss, e sua comparação com as definições no dicionário de Oxford são certeiras. Passei a admirá-lo. O preconceito não está apenas na cabeça das pessoas e não está só nas suas atitudes, o preconceito é fator histórico e como qualquer sociedade evoluída deve ser extinto, permanentemente. Nunca vi uma sociedade evoluir socialmente praticando o preconceito.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  7.  
    Alexandre Romero (67)(22h15) há 8 horas
    Vamos admitir, o brasileiro é pouco tolerante com as diferenças. O descendente de orientais é "o japonês", o loiro é "o alemão" e por aí vai, os "diferentes" não têm nome. Morei muito tempo no Canadá e um dia meu grupo de trabalho iria sair pra comemorar um aniversário. Ao sair, todos se chamavam pelo nome, exceto eu, que era "o brasileiro". É horrível não ser chamado pelo nome. Você se sente o diferente no grupo.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  8.  
    Antonio Neto (34)(21h56) há 8 horas
    O novo chavão que os preconceituosos inventaram para repetir por aí, cheios de autoridade é: "Essa onda do politicamente correto é muito chata. Hoje em dia não se pode brincar com ninguém, que tudo é preconceito. No meu tempo, não havia nada disso e ninguém ficou traumatizado".... Já ouviu esse tipo de discurso? Pois é, tem sido constantemente repetido por aqueles que, como você bem observou, não sofrem preconceitos. Pergunte a quem sofre o preconceito se ele concorda!...
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  9.  
    rubens kignel (13)(21h42) há 9 horas
    correto!
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  10.  
    Jah Lah (235)(20h53) há 9 horas
    Isso mesmo. Vamos aproveitar a onda e retirar de circulação (expressão PC para censura) o conto Corpo Fechado, de Sagarana, do velho (idoso?) Rosa. Neste conto nefando, a exemplo do que o deletério Caçadas de Pedrinho faz com os afrodescendentes, ele pinta os ciganos como trapaceiros, desonestos e tratantes, ao melhor estilo de um outro sicofanta, nome Houaiss. E assim a vida vai ficando mais burra e sem-graça, com as pessoas mais preocupadas com a proibição de se beber cerveja na calçada.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
    1. Fábio Ferreira (223)(21h16) há 9 horas
      As pessoas devem se preocupar com a proibição de beber na calçada, do vinagrete na feira, do queijo minas e tantas outras que querem fazer da gastronomia, da vida noturna e das peculiaridades brasileiras uma grande rede de Fast Food.
      O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  11.  
    iza bezerra (28)(20h52) há 9 horas
    Rara matéria! Sensível e inteligente.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  12.  
    Comunista Fundamentalista (452)(19h41) há 11 horas
    Acho apenas que deveriam censurar a palavra "pré-conceito", que NÃO existe...
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  13.  
    Silvio L Dainez S. J. Rio Preto/SP (566)(18h46) há 12 horas
    Os judeus realmente são o povo escolhido de DEUS no velho testamento. Hoje são os escolhidos aqueles que "escolheram a DEUS". Mas e ai o que os judeus fizeram com JESUS???? Ou ainda não acreditam nele???
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
    1. sidnei sanches (440)(01h42) há 5 horas
      E Moisés, que na verdade parece uma lenda, sem comprovação histórica nenhuma?
      O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
    2. Aleph Valvemark - SP (167)(21h38) há 9 horas
      Estude um pouco mais sobre a história de Jesus, compare este Jesus com o que as igrejas cristãs pregam nos dias atuais e se você for um pouco mais inteligente nem você acreditará mais em Jesus!! Portanto não seja tão ignorante a ponto de falar sobre algo que não conhece com profundidade.
      O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  14.  
    Vinicius Grassi (273)(17h42) há 13 horas
    A cada dia que passa eu fico mais irritado com o baixo nível intelectual dos foristas deste site.
    São julgamentos sem fundamento, desconhecimento do que se está dizendo, preconceitos insanos alem de burrice crônica.
    Para todos os acéfalos que faltaram a aula de história: povo escolhido é como os judeus se chamam a milênios. O pior é que isto está na Bíblia e a alcunha de "escolhidos" foi dada por Deus.
    Eu tenho preconceito com ignorantes e pessoas burras.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  15.  
    Márcia A Martins (2)(17h10) há 13 horas
    O texto é ótimo.... só sabe o que é preconceito aquele que o sente na própria pele. Esses pseudos artistas confundem humor com baderna e sinceridade com grosseria, vá fazer piada com rico pra ver no que dá!Cambada de hipócritas!
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  16.  
    Jacinto Fernandes (919)(17h05) há 13 horas
    A solução não é retirar a conotação ruim dos verbetes "judeu" ou "cigano" do dicionário: isso é pura hipocrisia, é fingir que o problema não existe. A única arma contra o preconceito é a educação. As pessoas devem ser educadas para comprender que nao se deve fazer suposições acerca de uma pessoa por conta de sua origem. E empobrecer um dicionário não melhora nossa educação. ao contrário, torna-a ainda mais pobre.  
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  17.  
    Roberson Shinoki (3)(16h50) há 13 horas
    Caro Sergio, permita-me discordar da sua linha de pensamento. O brasileiro tem ainda um quê de racismo velado, que gradativamente vinha se diluindo com o passar do tempo (e espero que continue, apesar dos ativistas). Porém o que o brasileiro tem mesmo é um forte preconceito contra pobre. Não interessa se a pessoa é negra, descendente de judeus ou de árabes - se tem dinheiro é bem tratada em qualquer lugar desse país. Porém se é pobre - um abraço: será chamada de negra, de judeu, de "brimo", etc.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  18.  
    Cadu Siqueira (1)(16h42) há 14 horas
    Considero oportuno o momento para refletir sobre como o fato ocorrido com o músico revela a presença do discurso racista e violento justamente em um espaço dedicado à expressão artística. No entanto, discordo da visão do jornalista sobre o verbete do Houaiss. Gay, não me sinto agredido pelo verbete "homossexual" ou "gay" do mesmo dicionário, pois sei que os significados são disseminados no uso diário da língua; o dicionário registra o uso, é descritivo, deve apresentar a língua em uso.Cadu 
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  19.  
    Ada Bicker (98)(16h10) há 14 horas
    Parece que as pessoas entenderam de uma forma errada o sentido do termo "escolhido" usado pelo autor. Quando ele se diz "duplamente escolhido", ele fala sobre sua condição de "minoria", de vítima de preconceito, e não como "escolhido por Deus" por ser baiano ou judeu. Só essa interpretação errônea do sentido da palavra já mostra o preconceito enrustido das pessoas. Basta qualquer deslize desses para caírem em cima. Lastimável.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  20.  
    Carlos Conti (675)(16h03) há 14 horas
    "Sou duplamente do povo escolhido, porque eu sou baiano e eu sou judeu.""Duplamente biruta" seria um termo mais apropriado.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  21.  
    Daniel Carr De Muzio (3)(15h42) há 15 horas
    Judeu e baiano... Povo escolhido... Quer dizer que o resto é gentalha, filho? Vai trabalhar, escolhido. 
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
    1. Ricardo Ribeiro (8)(16h23) há 14 horas
      Pode crer. Escolhido ? Não é uma forma de preconceito ? O povo em geral tem que parar com essa palhaçada. Alguém colocaria na sua empresa um ex-presidiário ? Um funkeiro namorando uma filha de 14 anos ? Acharia lindo ter um filho gay ? Para de palhaçada, preconceito faz parte do cotidiano de todo mundo, mesmo que camuflado. Nunca vai acabar, é balela. Outra palhaçada é o tal de bulling, sei lá se escreve assim. Sempre teve zoação no colégio, e ninguém morria por causa disso.
      O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  22.  
    Karyne Costa (2)(15h20) há 15 horas
    Sinceramente, de todos os preconceitos que existem no Brasil, e não são poucos, o de ser judeu, não se compara com os de outros crentes, como é o caso do candomblé e de outras fés!E baiano, não sofre preconceito, como sofrem os da região norte, que por pura falta de informação e conhecimento afirmam bobagens infindáveis.Quantas as obras, do passado, nós precisamos ter cautela, e acho sim, que devemos mantê-las como estão, não devemos mascarar o Passado, devemos aprender com suas falhas.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  23.  
    ricardo mello (200) - RIO DE JANEIRO/RJ(15h02) há 15 horas
    Impossível não ter sido proposital - e sadiamente provocativa - a menção a "povo escolhido", no final do texto. Afinal, considerar-se "escolhido" (resta saber por quem) valendo-se de suas origens étnicas, religiosas ou geográficas, já carrega, em si, um forte preconceito contra todos os demais povos, etnias ou gentílicos.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  24.  
    Gustavo Bocuzzi (25)(15h01) há 15 horas
    Para quem se autointitula "profissional de comunicação", o uso da expressão "povo escolhido" foi de uma infelicidade ÍMPAR. Talvez até tenha sido usado em outro sentido, mas em leitura menos atenta pode denotar um sentimento de superioridade que vai de encontro ao ponto que o autor que provar.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
    1. Ada Bicker (98)(16h16) há 14 horas
      Eu achei genial o uso dessa expressão pelo autor. Porque o real sentido dela é "escolhidos em relação ao preconceito". Mas 90% dos leitores deve ter algum preconceito enrustido e, obviamente, interpretaram a expressão da forma que bem entendem, ou seja, preconceituosamente.
      O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  25.  
    Senhor Pimenta (477)(14h51) há 15 horas
    "POVO ESCOLHIDO"
    Parei de ler nesse ponto.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  26.  
    celio de sousa (550) - SAO PAULO/SP(14h28) há 16 horas
    Certissimo o Sergio Malbergier.  Os Brasileiros q tem dinheiro e são pós graduados ainda não desenvolveram a moral e a sensibilidade dos povos civilizados ainda.... São brutalmente vazios interiormente.  Uma tristeza.Claro que quem tem que discutir o racismos no brasil, ou em qualquer lugar, são os discriminados... Akio branco de meia tigela decide o que é preconceito ou não...
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  27.  
    ADNIL CRISTINA SIQUEIRA (4)(14h22) há 16 horas
    Muito bom seu artigo, Sérgio ! Não sou judeu nem negra (apesar de todos termos alguma descendência africana), mas sou baiana, já morei em outros países, no entanto nunca sofri nenhum tipo de preconceito, thanks God. No entanto sei que ele existe em grande escala e concordo que não deva ser disseminado, assim como, não deva existir registros/fontes que justifiquem este tipo de comportamento.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  28.  
    Joao silva (284) - MONTES CLAROS/MG(14h08) há 16 horas
    Nossa Ibérico e católico (oooo povim) Não tem preconceito nesta sua afirmação não seu reporter.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  29.  
    Nermind NRD (7)(14h06) há 16 horas
    O fato ocorrido era sobre racismo, mas o foco do jornalista em seu artigo foi falar do preconceito aos judeus e a influência do sinônimos das palavras na formação do caráter do cidadão.Sei que os  judeus , assim como os árabes - que não foram citados, sofrem preconceito.Mas as situações a que estão expostos, no Brasil, são diferentes, o que leva a demonstrações diferentes de racismo/preconceito.Piadas como a dita ao músico, é muito mais comum serem ditas a negros do que a judeus.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  30.  
    José da Silva (376)(14h06) há 16 horas
    Logo, logo, vão mandar recolher os exemplares da bíblia e multar sei lá quem.
    Porque nela, especialmente no Velho Testamento, há preconceito que não acaba mais. Só para se ter uma idéia, basta ler alguns salmos.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
    1. marcos cesar fernandes (758) - UBERLANDIA/MG(14h21) há 16 horas
      Boa, José, pessoas como você que lê e entendo o que leu sabem muito bem que a Bíblia é um dos piores livros da humanidade, isso se não for o pior. Desde a primeira página até à última o que não falta são os preconceitos e as mentiras. Os Salmos são vergonhosos sob um ótica mais humanista.
      O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  31.  
    Jose Antonio Leopardi (46)(14h02) há 16 horas
    Sérgio,é uma pena que se permita um espaço tão importante para um pessoa como voce, que é preconceituoso.Voce se acha "o cara"por ser j/u/d/e/u  e   b/a/i/a/n/o embora vivendo em um país católico.Se voce se sente discriminado em S.Paulo, volte para sua terra, ontem ,por favor.Será um grande alívio não ler mais as suas bobagens.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  32.  
    Thiago Muniz (2)(13h46) há 17 horas
    A questão não é se uma piada é de péssimo gosto ou ofensiva. Sempre fui ofendido e HUMILHADO por ser baixo, raquítico e, talvez por isso, tímido. Ficava ARRASADO, mas nunca chamaram o ESTADO (e seu monopólio da lei e da violência) para defender-me de ofensas. Me tornei um HOMEM (magro ainda), tenho família e cuido bem dela. Ninguém me tratou como 'coitadinho ofendido', tive de enfrentar, virar gente grande. Assuntos individuais cotidianos tratados como assuntos de Estado é uma crença fascista.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
    1. Angelica Alves Martins (188)(14h26) há 16 horas
      Disse tudo! Pessoas são diariamente humilhadas por serem muito magras ou muito gordas, muito altas ou muito baixas, dentuças, carecas...por falar em dentuça, vão proibir "A Turma da Monica" também? Afinal, a Monica é chamada de baixinha, gorducha e dentuça o tempo todo. Isso não é preconceito?
      Sou contra PROIBIR, o que tem que ser feito é EDUCAR! E isso vem de uma pessoa que sofreu e sofre preconceito desde criança por ser gorda e por morar na favela, então sei bem do que estou falando!
      O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  33.  
    monica pires (4)(13h42) há 17 horas
    É judeu e baiano. Brasileiro não? O judeu antes de falar a nacionalidade dele, sempre põe a religião na frente. Esquece de agradecer ao país que o acolheu. Volte pra sua terra, ô escolhido.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  34.  
    Wilson Paula (50)(13h37) há 17 horas
    O preconceito é um mal a ser combatido, não com leis e decretos, mas sim com o diálogo, entendimento, aceitação das diferenças. Realmente não é o Judeu que é avarento e sim o homem, independente de credo, raça ou povo.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  35.  
    Mário Guedes (2)(13h21) há 17 horas
    Concordo com o artigo. Certa vez me senti discriminado por não ser do sul do Brasil em um estado do sul e fiquei irritado, o que hoje não me incomodaria hoje, pois é nada frente a tantos preconceitos odiosos por aí... Imagino o que devem passar negros e tantos outros por vezes discriminados. Fácil ser liberal e levar para o lado do gracejo quando não se sente na pele. No meu modo de ver, no Brasil o maior preconceito é mesmo aquele sobre os pobres. Pensem nisso...
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  36.  
    Roberto Vulcano (296)(13h04) há 17 horas
    Discussão tem quem não tem o que fazer de melhor ou util. Tudo em prol do politicamente correto e da dissimulação e da babaquice. Branquelo, loira-burra, mulata, e outros mais, serão considerados preconceituosos quando? Então irá aumentar o coro dos desocupados e defensores de fracos e oprimidos. Vamos trabalhar, que é coisa séria, gente! Chega, por causa de tantas picuinhas é que o mundo está essa m...@, que não tem mais solução. Tsunamis já, pra varrer a hipocrisia da face da terra!
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
    1. Roberto Vulcano (296)(13h06) há 17 horas
      Corrigindo o inicio: Discussão de quem não tem...
      E que depois dos tsunamis, a humanidade seja reduzida a 10% da atual e que nunca mais prolifere tanto quanto a humanidade atual, para bem de quem sobrar.
      O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  37.  
    Sergio Dutra (478)(12h48) há 18 horas
    Todo mundo se diz vítima de preconceito, as mulheres, os gays, os negros, os índios, os judeus, os ciganos, etc, etc. Então, se a moda é ser vítima (e conseguir algum bônus com isso), eu me declaro vítima de preconceito, o pior de todos. Sou descendente de portugueses e sofro cruel humilhação todas as vezes em que escuto piadas de português. Exijo uma indenização por décadas de sofrimento. E que seja igual a dos "perseguidos" da ditadura.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  38.  
    Jonas Barbosa (142)(12h46) há 18 horas
    A pior palavra em português, essa sim deveria ser motivo de revolta, é a palavra JUDI@R.Acho interessante que isso você não abordou.
    Um lapso incompreensível...
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  39.  
    marcos cesar fernandes (758) - UBERLANDIA/MG(12h24) há 18 horas
    Malbergier, existe preconceito maior do que aquele praticado dentro do próprio grupo? De que raça ou côr são as mulheres de negros ricos e famosos (exceto Barak Obama)? Como os asquenazis tratam os sefarditas? E os falashas, como são tratados em Israel? e os haredim, como tratam o resto dos judeus israelenses?O mundo só será melhor quando as religiões desaparecerem e a miscigenação igualar a cor da pele de todo humanidade.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  40.  
    fabienne guttin (5)(12h21) há 18 horas
    Seguindo essa linha de raciocinio ("Quem mais entende de preconceito é quem sofre de preconceito. É quem deve liderar essa discussão. Ou pelo menos participar dela."), então, nós mulheres, é quem deveríamos decidir sobre a questão do aborto e não todos esses homens à frente da politica que jamais se deram ao trabalho de nos questionar ou mesmo nos fazer participar da questão. Que tal um pebliscito para essa questão ? lanço a eles esse desafio.....
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
    1. Vinicius Grassi (273)(17h52) há 12 horas
      Nenhuma mulher faz filho sozinha.
      Ignorar o papel do pai, quando ele quer participar do processo, é a maior aberração que as abortistas fazem.
      O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  41.  
    Luiz Arruda (543)(12h16) há 18 horas
    os jude/us fazem a circu/ncisão para parecer diferente para identificalos como o povo escolhido... isso é xen/ofo/bia? contra os outros?
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
    1. Ada Bicker (98)(16h20) há 14 horas
      Vc foi batizado pra quê?
      O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  42.  
    Elias Gasparini (19)(11h56) há 18 horas
    Já que vc é um judeu, e portanto, especial, devia ir para sua terra e lutar contra os preconceitos e outras cositas a respeito de palestinos, e outros povos "inferiores" daquela região.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  43.  
    Renato Pacheco (244)(11h54) há 18 horas
    povo escolhido? Pra que exatamente?
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
    1. Rev Isionista (49)(13h08) há 17 horas
      se esse é o povo escolhido por Deus então achei um bom motivo para virar ateu...
      O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
    2. Lucas Ehrlichmann (472)(12h51) há 17 horas
      Depende de quem escolhe.
      Tem mil e uma utilidades!!!! kkkkk
      O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  44.  
    Claudia Lima (78)(11h53) há 18 horas
    Os judeus residentes em Israel estão dando uma força enorme para que esse preconceito fique cada vez mais forte você não acha? Depois da 2ª Guerra a Estado de Israel foi instituído, oba a "terra prometida" e o que eles fazem?? Guerra pra todo lado!!
    São grandemente, desrespeitosamente mal agradecidos. Deviam ter ficado espalhados pelo mundo como antes, pelo menos não ofericiam perigo pra ninguém.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  45.  
    joao debiasi (913)(11h46) há 19 horas
    a diferença entre um turco e um judeu: os dois vendem a mãe, só que o turco não entrega!          só uma piadinha pra descontrair,  ou vão chamar a polícia?!
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  46.  
    Pouco Trabalho (94)(11h24) há 19 horas
    O q é preconceito hoje pode não ser amanhã e vice versa. Qm hoje é acusado de racismo pode estar sofrendo um racismo inverso, conforme a ótica de cada um. Humanos sempre se odiaram e se mataram, se hoje prevalecem os comentários depreciativos de lado a lado, é só resquicios do passado.O policiamento policamente correto tb será culpado pelo emburrecimento da população, pois lhe negará conhecer e compreender as diferenças entre individuos. Temos de compreender o q é humor e o q é preconceito.
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  47.  
    Eduardo Piza Mello (53)(11h24) há 19 horas
    Prezado Sergio,  Li com interess seu texto pela temática abordada de violação de direitos humanos por discriminação.Porém, indago me como pode um baiano/judeu, que se põe a falar de preconceito em São Paulo de maneira tão eloquente não fazer menção ao preconceito em razão de orientação sexual e de identidade de gênero? Como um judeu/baiano, com esta duplicidade auto conferida, ignora a opressão da heteronormatividade que vitima milhões de LGBTs em SP? Ou, para vc, racismo é pior que homofobia?
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
    1. Vinicius Grassi (273)(17h54) há 12 horas
      Volte da Lua!
      O articulista não escreveu um livro sobre as várias formas de preconceito ou discriminação. Ele escreveu um artigo, que por si só é um texto limitado e pontual.
      Seu comentário foi de doer.
      O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  48.  
    marco quintella (796)(11h23) há 19 horas
    dizer que ju/deu não é sov/ina,isso é milenar.e isso é comprovado na palestina onde nem a agua do jordão pode ser dividida e não abrem mão de um palmo de terra rou/ba/da,e ainda tem a cara de pau de dizer que foi deus quem deu.só de eles falarem que são o povo escolhido de deus já é um grande preconceito pois nos não somos?somos de quem então?do capeta?do mal?isso é coisa de geração pra geração,é popular,tá na rua ,e aumenta na semana santa
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  49.  
    Luiz Carlos de Sousa (3)(10h50) há 19 horas
    Sr. Malbergier,
    Tão estudado e tão viajado, e tão preconceituoso a favor do "preconceito". Indo as coisas como o Sr. insinua querer, logo logo não poderei mais usar a língua que tenho a vaidade de ter usado por seis décadas e meia.
    Luiz Carlos de Sousa
    O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
    1. Viviane Viviane (138)(00h02) há 6 horas
      Ninguem vai lhe tirar o direito de falar a sua língua, mas hoje o senhor vai pra cadeia se cometer algum tipo de preconceito como esses. Coisa que há seis décadas e meia seria apenas uma piada (já de mal gosto) mas, "aceita" pelos mais fracos.
      ;)
      O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
    2. Luiz Paulo Santana (44) - BELO HORIZONTE/MG(23h19) há 7 horas
      Caro Luiz, as línguas mudam, os valores mudam, o mundo mudou incessatemente até agora. Nem sempre na melhor direção, claro. Mas as palavras discriminatórias vão, aos poucos, caindo em desuso, com a própria emancipação das vítimas. Enquanto houver graça numa piada racista, por exemplo, o preconceito está de pé. Para mim, não tem mais graça.
      O comentário não representa a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem
  50.  
    MARLON MAIA (6)(10h46) há 20 horas
    Concordo com as opniões, apenas me parece que ninguém aprende a ser preconceituoso lendo em dicionários e sim na vida, na família, enfim, na sociedade.